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Ditadura Nunca Mais! | Ato da Frente Povo Sem Medo dá início à resistência no 2º turno

São Paulo recebeu cerca de 10 mil pessoas para dizer “Ele Não!”, “Haddad, Sim!”

Três dias após a votação do 1º turno das Eleições de 2018, a Frente Povo Sem Medo convocou a população para dar início à resistência contra o fascismo e a ameaça de retrocesso no Brasil. Milhares de pessoas atenderam ao chamado do ato “Ditadura Nunca Mais!” e foram às ruas se manifestar a favor da candidatura do campo democrático, de Fernando Haddad (PT) e Manuela D’Ávila (PCdoB), à Presidência da República.

Foto por Igor Siqueira

O protesto tomou o vão livre do Masp, em São Paulo, na noite da quarta-feira, 10 de outubro, e seguiu em caminhada pela avenida Paulista e rua da Consolação, até o seu encerramento na praça Roosevelt. Entre muitos e muitas jovens, militantes de diferentes partidos e coletivos, estavam as lutadoras e lutadores do MTST, que também foi responsável por puxar a cantoria ao som da bateria Fogo no Pavio. A maioria dos gritos confrontava o candidato do PSL, Jair Bolsonaro, e aquilo que ele representa: ataque aos direitos trabalhistas, às liberdades individuais e ódio contra minorias.

Foto por Igor Siqueira

Do topo do carro de som, o coordenador do MTST Guilherme Boulos foi ovacionado pela multidão durante suas falas, sempre acompanhado de sua companheira de chapa na candidatura do PSOL à Presidência, Sonia Guajajara. Boulos foi enfático em dizer aquilo que o momento pede: coragem e diálogo.

“Vamos conversar com as pessoas. Nem todo eleitor do Bolsonaro é fascista. Nem todo eleitor do Bolsonaro é racista, machista e homofóbico. Vamos dialogar com eles”, discursou sob os gritos de “Ele Não”. Apostando na virada nestes 15 dias até a votação do 2º turno, Guilherme sublinhou a necessidade de acreditar e lutar por cada voto. “Não se deixa intimidar, não. Não se deixa levar por eles. Não se deixa levar por pesquisa. Nós vamos pra rua e, dia 28 de outubro, vamos eleger Fernando Haddad Presidente do Brasil!”

Foto por Igor Siqueira

 

MTST, A LUTA É PRA VALER

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